Alavanque a qualidade de ensino na sua escola com avaliações externas

Life Insurance Policy Terms of Use ConceptConhecer os pontos fortes e fracos de qualquer instituição é fundamental, para destacar os diferenciais e corrigir o que for necessário. Quando falamos de instituições de ensino, esse fato não é diferente, principalmente no que se refere à qualidade de ensino oferecida por ela. Porém, para saber o cenário real é preciso criar regras de comparações e não basta que elas sejam apenas internas, elas precisam ser mais amplas também.

Nesse sentido, a cultura de avaliações externas agrega na hora de analisar a qualidade do ensino em um contexto maior e tem sido uma das principais conquistas da área educacional das últimas décadas.

A implantação do Sistema Nacional de Avaliação da Educação Básica (Saeb) pelo Governo Federal nos anos 1990 deu início a um processo de disseminação das avaliações externas entre as redes de ensino, que se intensificou na década seguinte. Além de permitir verificar o cumprimento do direito à aprendizagem, as escolas podem se basear nos resultados externos para traçar um diagnóstico e desenvolver estratégias.

Claro que, como toda comparação, os dados precisam ser observados de forma ampla, a fim de se entender o cenário completo, pois muitos fatores influenciam nos resultados. Por isso, é preciso ter base para que a comparação siga um parâmetro justo. Portanto, é preciso conhecer o contexto que se está inserido como: localização e status socioeconômicos, que são fatores que pesam na hora de uma análise.

Além disso, é preciso entender os critérios utilizados nas avaliações externas para realização da mensuração dos resultados dos estudantes. Então, é indispensável que os gestores estejam atentos a esses diversos pontos para utilizar as avaliações externas a seu favor.

Como as avalições ajudam na prática?

Para chegar a um diagnóstico que retrate a realidade da sua instituição é preciso se debruçar sobre os resultados que a sua escola alcança tanto em avaliações internas quanto externas e dividir essa análise em duas etapas. Na primeira fase é feita uma análise que observa sua escola isolada, mesmo que a avaliação que você esteja observando o resultado seja externa, é preciso comparar os dados atuais com dados anteriores, para que assim você entenda se houve evolução ou regresso.

Já na segunda etapa, será preciso ampliar o cenário para fazer sua análise e tirar conclusões, pois se houve um regresso, por exemplo, na sua escola você precisa entender se isso ocorreu a nível nacional: Todas as escolas tiveram um índice menor de evolução ou foi só a sua? Mesmo com resultados menores internamente sua escola subiu um nível em comparação ao contexto geral? As respostas dessas questões são fundamentais para tomar decisões estratégicas.

É muito importante ressaltar que no caso da utilização de avaliações internas para comparar-se com os resultados de avaliações externas é preciso seguir o mesmo critério de avaliação. Depois de responder perguntas como:

Como meus alunos estão em cada aérea de conhecimento?

Houve mudança de um bimestre/semestre/ano para o outro?

Qual a porcentagem de alunos que está em cada posição de um ranking (0 a 200, 201 a 400, 401 a 600, 601 a 800, 801 a 1000)?

Quais pontos meus alunos têm mais dificuldades em quais eles são melhores?

As mudanças que houveram na minha escola em relação ao desempenho dos alunos seguiu a mesma proporção com o cenário externo?

As áreas que meus alunos se destacam são as mesmas que os alunos do cenário externo se destacam?

Qual escola está melhor para se basear para melhorar pontos de dificuldades internas?

É importante trazer os dados para discussão com os professores, para que eles entendam o que está funcionando e o precisa ser corrigido. Só a partir dessas informações é que os educadores poderão traçar rotas de ensino.

Para que fazer comparações externas?

O uso de dados de avaliações externas como uma ferramenta para tomadas de decisões é uma prática associada a redes e escolas com os melhores resultados de aprendizagem, como divulgado pelo Sesi-RJ: “O impacto da liderança dos diretores sobre os resultados dos alunos das escolas de ensino médio do Estado do Rio de Janeiro”, por exemplo. A pesquisa realizada pela Universidade de Nottingham em parceria com a Universidade Federal Fluminense, concluiu que diretores de escolas bem-sucedidas costumam incentivar toda a equipe a utilizar os dados da avaliação externa no planejamento e gerenciam e discutem os dados das avaliações internas e externas com os professores.

O uso gerencial das avaliações é de extrema relevância para uma gestão comprometida com a qualidade da educação. Ainda que se tenha muito a melhorar, as avaliações cumprem um papel fundamental para política educacional, registrando o aprendizado dos alunos de uma maneira uniforme. Apenas olhar para si não basta quando as opções são inúmeras, e afirmar que se é o melhor sem dados é vago.

Os números é que reforçam a qualidade de ensino oferecida pela sua escola e é levado em consideração pelos pais em comparação com outras escolas no mesmo patamar. As avaliações externas não só permitem aos gestores e às famílias acompanharem o desempenho dos estudantes, como também montam diagnósticos da rede e identificam desigualdades existentes entre as escolas ou mesmo dentro de uma mesma escola. Desse modo, é possível investir em ações estratégicas para melhorar o desempenho dos alunos na hora de elaborar o planejamento de aula e verificar, na prática, se está dando certo.

O Kademi é um Ambiente Virtual de Aprendizagem que te ajuda na coleta de dados focado no desenvolvimento integral dos alunos. Na plataforma, os professores contam com uma ferramenta para envio de diferentes tipos de atividades como jogos educacionais, trabalhos, fóruns, redações, entre outros e com as anotações das notas atribuída pelos educadores, as informações ficam salvas e podem ser consultadas por diretores, gestores e coordenadores educacionais a qualquer momento.

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