COLECIONISMO

COLECIONISMO

personagensFigurinhas, cards, carrinhos, bonecas, tampinhas, selos, discos e uma infinidade de objetos são colecionados por pessoas de diferentes idades, da criança ao adulto. Você já parou para pensar o porquê colecionamos e quais os cuidados que temos com nossas coleções?

Em última instância o Museu é um grande colecionador, pois é formado por um acervo, isto é, conjunto de objetos de determinada tipologia que é adotada como um parâmetro para definição do que será colecionado. O Museu de Arte Sacra de São Paulo é formado por coleções de objetos pertencentes à Secretaria de Estado da Cultura, à Cúria Metropolitana e à Ordem das Concepcionistas.

O núcleo inicial do acervo é resultado da coleta de objetos das mais antigas capelas e igrejas do Estado de São Paulo, a pedido de Dom Duarte Leopoldo e Silva, primeiro arcebispo de São Paulo e  ele próprio um colecionador de numismática (moedas e medalhas). Nas primeiras décadas do século XX, em função de transformações urbanas, as igrejas e capelas mais antigas do Estado foram demolidas ou substituídas por novas edificações. Também estava em curso o processo de pavimentação de ruas e da implantação do sistema de transporte sobre trilhos (bondes e ferrovias) que modificou o desenho das cidades a fim de intensificar a circulação de mercadorias e pessoas.

Para a inauguração do Museu, em 1970, o Governo do Estado adquiriu uma série de peças de arte sacra, dentre as quais se destacam as paulistinhas, pequenas imagens em barro produzidas por santeiros paulistas para o culto doméstico, populares desde o final do século XVIII até o início do século XX, e objetos provenientes de outras regiões do Brasil, sobretudo de Minas Gerais, Bahia, Pernambuco e Rio de Janeiro .

Escolhido o local para a instalação do Museu de Arte Sacra, o Mosteiro da Luz, somou-se à estas coleções os objetos relacionados às pessoas que passaram pelo edifício. Hoje o acervo do MAS é ampliado por meio de aquisições e doações feitas ao Governo do Estado.

Podemos compreender a formação do Museu de Arte Sacra e a recolha das obras que salvaguarda como um esforço para preservar objetos de períodos anteriores e que demonstram uma mudança na forma de organização da sociedade, não mais estruturada a partir do badalar dos sinos das antigas igrejas. A salvaguarda, a conservação e a comunicação deste acervo são fundamentais no processo de preservação da memória, difusão e apropriação deste patrimônio pelas novas gerações.

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