CREIO EM TUPAN

CREIO EM TUPAN


Concebido a partir da frase “Creio em Tupan”, do fundador da cidade, Luiz de Souza Leão, o módulo destaca a cidade como próspera, fundada pela iniciativa de empreendedores que buscaram o oeste de São Paulo para a expansão da cafeicultura. O museu também ressalta a participação dos moradores na Revolução Constitucionalista de 1932 e homenageia os imigrantes que atuaram na construção da cidade. No acervo exposto, há peças das colônias leta, espanhola, italiana, portuguesa, russa, alemã, árabe e japonesa, além de uma maquete multimídia que apresenta os aspectos da ocupação da região e da construção da cidade.

O desenvolvimento econômico deu-se em virtude do rápido crescimento da produção cafeeira, principalmente a partir de 1880, onde houve uma mudança no centro geográfico dessa cultura.

O plantio de café em São Paulo ultrapassa o do Rio de Janeiro e do Vale do Paraíba, região esta substituída pelo planalto paulista.

Essa mudança ocorreu também em consequência da construção de uma importante rede de estradas de ferro, que possibilitava o deslocamento desse tipo de cultura cada vez mais para o oeste.

A implantação de Tupã se dá em 1929, um dos piores anos para a economia mundial. A quebra da Bolsa de Valores de Nova de York provocou a desvalorização dos produtos de exportação, sendo, o principal deles, o café.

Esta crise provocou a queda dos preços e, em 1931, o governo federal, cujo presidente era Getúlio Vargas, baixou um decreto, proibindo o plantio do café em todo território nacional, com exceção, do estado do Paraná.

O café era considerado como a mola propulsora da economia da região e da colonização, isto porque é uma das atividades que mais prendem o homem à terra, dando a ele a oportunidade de realizar, ainda, culturas intermediárias de subsistência e criar algumas cabeças de gado. Nesse sentido, a cafeicultura relaciona-se à formações humanas vindas de outros lugares.

Dentre as culturas da região tais como a cafeicultura, algodão, arroz, amendoim, sericicultura, feijão, milho, mel, eucalipto e mandioca foram fatores que contribuíram para o progresso da agricultura na região, aproveitando da facilidade de transporte para o escoamento das safras (rede ferroviária). O município tornou-se então um atrativo para vários grupos de imigrantes que estavam em busca de novas oportunidades.

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