7 erros mais comuns do ensino na Era Digital

jovem-mulher-de-negocios-latinos-trabalhando-em-um-escritorio-isolado-no-fundo-branco-tendo-duvidas-enquanto-olha-para-cima_1368-221107É comum que ao ouvir a palavra ERRO, a gente se incomode. Afinal, fazemos sempre nosso melhor e pensar que estamos fazendo errado nos soa como uma ofensa.

Mas é como aquele velho ditado diz: “Errar é humano” e isso faz parte da nossa trajetória. É com o erro que aprendemos e sempre quando estamos iniciando algo novo estamos suscetíveis a erros.

O importante é estar disposto a aprender com nossas falhas e evoluirmos nossos métodos, principalmente quando falamos da área do ensino.

Então que tal descobrirmos quais erros são esses, tão comuns, para pararmos de cometê-los? Confira nossa lista a seguir e corrija ou até mesmo evite esses deslizes:

1. DISTANCIAR A EDUCAÇÃO DO DESENVOLVIMENTO SOCIAL - Fingir que nossas relações não mudaram ou não são influenciadas pelas novas tecnologias é criar um abismo entre o ensino e a vida pessoal do aluno.

Por isso, a inclusão de novas tecnologias que falem a mesma linguagem que os alunos estão acostumados fora de sala de aula é essencial para o desenvolvimento deles.

Hoje a maior parte dos estudantes têm acesso à internet, mas muitas vezes não sabem usufruir de todo o potencial oferecido por ela. Isso acontece porque muitas vezes não são instruídos da maneira correta e não aprendem na escola que podem ter a tecnologia a favor dos estudos.

Mesmo que apenas uma parte tenha acesso fácil a dispositivos com acesso à internet, essa parte deve ser orientada a aproveitar e usar corretamente a internet a seu favor.

Assim, os estudos são potencializados e a cultura de cyberbullying e hate são diminuídos e até extinguidos.

2. NÃO TER PROPÓSITO – O principal objetivo da inserção da tecnologia na educação é atingir objetivos que, sem ela, seriam difíceis ou até mesmo irreais.

Por isso, é preciso que ela tenha um objetivo claro e um planejamento para que a meta estabelecida seja alcançada.

Caso contrário, a tecnologia acaba se tornando mais um trabalho para o educador ao invés de ser um facilitador. Conhecer a potencialidade dos recursos digitais e como torná-los aliados da educação é fundamental para o sucesso da educação na Era Digital.

3. USAR TECNOLOGIA PASSIVA – É preciso usufruir de todo o potencial oferecido pelas novas tecnologias. Nesse sentido, aproveitar o que elas têm de mais atrativo, a interatividade, é fundamental.

De nada adianta incluir ferramentas tecnológicas se não for para usá-las da maneira correta. A interação possibilita a formação de opinião e a troca de impressões, quando as plataformas são utilizadas de forma verticalizada, em que o comando pedagógico tem um objetivo passivo de recebimento, suprime aquilo que de melhor as novas tecnologias podem oferecer.

Hoje, com os recursos digitais, é impossível, com desenvolvimento de uma educação baseada na troca, permanecemos indiferentes e utilizando modelos já superados de aprendizagem. Tecnologia na escola não é apenas adicioná-la à sala de aula, mas mudar a cultura de ensino e aprendizado dos professores.

4. USAR TECNOLOGIA COMO PASSATEMPO – Relacionar a tecnologia a um passatempo ou a uma premiação por uma meta cumprida, não é explorar o potencial dessa ferramenta.

Muito pelo contrário, ter tecnologia como uma distração enquanto a aula não acaba tira do estudante as chances de aprender com ela. Desse modo, as aulas ficam ainda mais maçantes e os alunos só ficam esperando o momento da descontração.

Por isso, o uso da tecnologia em sala de aula deve estar ligado ao método de ensino e, como mencionado acima, com um objetivo claro, e não como entretenimento.

5. USAR TECNOLOGIA COMO MATÉRIA À PARTE - Como pede a BNCC (Base Nacional Comum Curricular) a cultura digital deve fazer parte de todo o processo educacional, trabalhando em prol da educação. Por isso, ela deve ser integrada ao currículo de todas as matérias e não vista como uma matéria isolada.

A tecnologia é uma poderosa ferramenta para ensinar e aprender de uma forma muito mais estimulante. Usá-la apenas na aula de informática como prática de digitação é limitar o conhecimento dos estudantes que pode ser melhor explorado.

Enquanto alunos precisarem esperar um dia na semana para ver tecnologia apenas no laboratório com horário reservado, os projetos digitais nunca serão implantados como devem na rotina do aprendizado.

6. FOCAR APENAS EM NÚMEROS – As peculiaridades de cada aluno os tornam únicos e isso inclui o processo de aprendizagem. Limitar os estudantes a um número não é objetivo da tecnologia.

Por isso, enquanto o foco estiver nas avaliações externas e em números, perde-se a chance de acompanhar o desenvolvimento pessoal de cada aluno. A tecnologia permite acompanhar mais detalhada e efetivamente o desempenho dos alunos, levando em consideração diversos aspectos.

A educação deve ser formulada a partir também de trocas e da consideração dos diferentes fatores que podem influenciar para o sucesso ou insucesso dos objetivos propostos.

Com o uso da tecnologia a aproximação da família se torna mais fácil e gestores educacionais conseguem avaliar melhor o impacto e a necessidade de trabalhar estratégias educacionais vinculadas a políticas de desenvolvimento social.

7. TECNOLOGIA COMO AGENTE MOTIVADOR – Pensar que a tecnologia é a solução para que os estudantes se motivem e deixar que os estudantes se estimulem a buscar o conhecimento por si só é dar um poder muito grande a uma única ferramenta.

Os recursos tecnológicos jamais devem tirar a autonomia de um professor e são os educadores que fazem o sucesso de um planejamento educacional.

Por mais que os alunos fiquem mais engajados com o uso de novos dispositivos na aula, esse entusiasmo tende a esfriar com o passar do tempo.

Se os professores não tiverem uma estratégia para essa implementação, aparelhos não farão nada sozinhos e a tecnologia pode se tornar apenas mais um caderno do aluno para fazer a lição da escola. Por isso, não se esqueça, conectar a tecnologia com as metas de ensino é fundamental para que o rendimento dos alunos não caia.

O Kademi é um Ambiente Virtual de Aprendizagem (AVA) completo que reúne informações de modo seguro, permitindo o trabalho focado no desenvolvimento integral dos alunos. Rompendo com barreiras físicas, o Kademi conecta instituições de ensino a um mundo moderno e globalizado das tecnologias, adaptando o ensino para a atualidade e o futuro das condições em sociedade que se prevalecem do uso das mesmas.

Quer saber mais sobre o Kademi? Acesse nosso site (www.kademi.com.br) e descubra como podemos te ajudar!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado Campos obrigatórios são marcados *

Você pode usar estas tags e atributos de HTML: <a href="" title=""> <abbr title=""> <acronym title=""> <b> <blockquote cite=""> <cite> <code> <del datetime=""> <em> <i> <q cite=""> <strike> <strong>